Economia Virtual: a economia do futuro!8 min leitura

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Economia virtual é um tipo de economia emergente que acontece no ambiente virtual, em grande parte são as trocas de bens virtuais em cenários de jogos online […]

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Para o economista Mankiw Y. Taylor o objetivo era melhorar a eficiência dos trabalhadores, já para Henry Ford o objetivo estava em eliminar o trabalho humano, quando possível, pelo uso de máquinas.

Por esse motivo a Ford, até hoje é uma das maiores empresas do mundo, pois desde seu início soube otimizar o que podia da sua força de trabalho para recursos mais eficientes que reduziam custos e aumentavam a produção.

A economia virtual está muito mais ligada ao mercado de jogos online, porém a lição que empresas do B2B podem aprender com a Ford é sua visão de futuro e confiança na tecnologia, e então automatizar o que for possível para aumentar a eficiência e escalar resultados.

Fica com a gente e vamos entender por que a economia virtual já vem transformando a relação de troca de bens de consumo no ambiente digital e como isso pode ser usado por mais empresas em breve.

O que é economia virtual?

É inevitável falar de Economia virtual sem falar de tecnologia e jogos, afinal foi dessa fusão que este termo ganhou consistência suficiente para ganhar a atenção do mercado.

A economia virtual ou vem do inglês Virtual ou Synthetic Economy (Economia Sintética).

Este é um tipo de economia emergente que acontece no ambiente virtual, o que envolve em sua grande maioria, as trocas de bens virtuais em cenários de jogos online.

Conforme a definição da Atelier:

“A economia virtual é a aglomeração de plataformas sofisticadas, incentivos e muitas vezes duvidosos mercados, nixers qualificados (um tipo de freelancers de produtos digitais mais profissionais), ativos voláteis e pioneiros ambiciosos que existem ou operam exclusivamente em ambientes virtuais. […] Dentro dela, há uma galáxia de atividade e oportunidade.”

A economia virtual é uma realidade que, embora pareça futurística, na verdade já tem um tempo de atuação no mercado de games, para ter uma ideia, um equivalente digital da área de Amsterdã foi vendido no Second Life por US$ 50.000 em 2007.

Em 2010, uma boate dentro do jogo Entropia Universe foi vendida por US$ 635.000. No mesmo ano, um elfo chamado Zeuzo foi vendido no World of Warcraft por US$ 9.500, de acordo com artigo da Atelier.

Economia digital

O mundo tal como conhecemos nem sempre foi centrado no físico e isso foi a glória de muitas empresas durante anos, porém nos dias de hoje a dinâmica está diferente e repensar o modelo de negócios para o ambiente digital nem chega a ser mais pioneirismo.

Enquanto empresas tradicionais, que resistem às mudanças, não dão o real valor ao digital, perdem mercado para empresas que já nasceram fundamentadas na tecnologia.

Em estimativa, a soma do valor de mercado de todas as empresas listadas na Nasdaq (mercado de ações de tecnologia dos EUA, 2º maior mercado de ações do mundo), representariam aproximadamente 33% do PIB dos Estados Unidos, conforme artigo da capital digital.

Sim, o mercado digital já é valiosíssimo e é questão de tempo até que toda empresa se obrigue a ter sua versão de negócios no ambiente digital.

Infelizmente não basta ter perfis sociais da empresa (Instagram, Linkedin, Youtube, etc) para oferecer experiências digitais, afinal muitas empresas já oferecem experiências imersivas de valor, ainda que o famigerado Metaverso não esteja tão claro e disponível.

A transição mais viável para empresas que pensam em atacar o mercado digital pode ser por meio de ações Phygital ou Figital, as quais envolvem a união dos mundos físico e digital.

Que saber mais do Figital, veja nosso artigo:

Figital: o que é e como impactará no futuro do B2B?

Economia real

Apenas para contextualizar, vale a pena lembrar onde estamos em relação à economia.

A economia real faz referência à economia convencional, a qual envolve a geração de riqueza, emprego e renda, por meio da produção e trocas de bens de consumo entre empresas e pessoas.

O Brasil, infelizmente ainda precisa melhorar muito sua economia real, para então começar a agir na economia virtual.

Para ter uma ideia, das 95 empresas mais negociadas na B3 (bolsa de valores oficial do Brasil), apenas 4 são empresas de tecnologia, de acordo com Capital Digital.

Em 2020, ano que a pandemia se instaurou, a economia encolheu 3,9%, o pior desempenho desde 1996.

A boa notícia é que o PIB vem aumentando e em 2021 fechou em 4,6% a maior taxa desde 2010, quando alcançou a marca de 7,5%, de acordo com G1.

O PIB (Produto Interno Bruto), é usado para medir o desempenho da economia, e refere-se à soma dos bens de consumo, serviços e produtos.

Os principais destaques desse aumento foram serviços (4,7%) e a indústria (4,5%), os quais representam 90% do PIB do brasileiro.

A previsão é de que até 2023 o PIB cresça 1,50%, porém ainda tudo é muito incerto, devido ao ano eleitoral e à recente guerra entre Rússia e Ucrânia.

Nesse cenário, um tanto incerto, empresas se veem cada vez mais desafiadas a encontrar soluções que ajudem a superar crises.

Por outro lado, empresas que já nasceram fundamentadas na tecnologia ganham espaço no mercado por apostarem com confiança na tecnologia.

E o que minha empresa pode fazer nesse cenário?

O principal a se considerar sobre economia virtual é o papel que ela exerce na dinâmica do monetária do mundo virtual, local para o qual as coisas estão convergindo, como é o caso da futura: internet das coisas.

Quer saber mais a Internet das coisas, leia nosso artigo:

Internet das coisas: O que é e como ela impactará a economia?

Empresas precisam atentar-se para o fato de que, não tem como usar métricas e experiências do passado para medir retornos em projetos do futuro.

A tecnologia é o apoio para muitas empresas otimizarem seus processos, seja em indústrias ou serviços, a tecnologia tem potencial de elevar a produtividade, enxugar custos e aumentar as fronteiras de atuação, o que permite impactar os mais recentes consumidores 4.0.

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